Até que sejamos um
Nossa resenha
Texto da Biblioteca da Igreja
Se Jesus orou para que fôssemos um, por que a igreja vive dividida? Francis Chan chama os cristãos a se arrependerem da divisão e a amarem uns aos outros, mesmo discordando em pontos secundários. Conversa direto com o nosso lema: unidade no essencial, liberdade no não essencial.
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Se a unidade do Corpo de Cristo é tão essencial para Deus, por que somos o grupo religioso mais dividido do planeta? Até que sejamos um é a tentativa bem-sucedida de Francis Chan de explicar essa danosa contradição, além de revelar como essa trajetória nefasta pode e deve ser revertida. O autor de Louco amor aponta como o povo de Deus tem falhado ao criar divisões pela ausência de uma postura cristocêntrica em relação ao próximo, em especial aos da família da fé. Mostra ainda o enfraquecimento da igreja ao ter de lidar com as próprias incoerências em detrimento de manter o foco na adoração a Deus. Francis Chan pede que cristãos e igrejas em todo o mundo alinhem seu coração com Deus e levem a sério os numerosos mandamentos pela unidade. Seu alerta não está relacionado com questões doutrinárias, mas com a triste consequência de um cristianismo raso e com o amor superficial pelo próximo. A boa notícia é que tanto o diagnóstico como a solução para esse grave problema podem ser encontrados nas Escrituras, daí o convite para crermos na Palavra e praticá-la. Atualmente o mundo nos odeia não porque nos parecemos com Jesus, mas porque não nos parecemos. Somos arrogantes e há uma grave lacuna entre nossas crenças e ações. Francis Chan
Esse livro é indicado para
Citações do livro Até que sejamos um
Atualmente o mundo nos odeia não porque nos parecemos com Jesus, mas porque não nos parecemos. Somos arrogantes e há uma grave lacuna entre nossas crenças e ações.
Nossa falta de louvor pode ser, na verdade, a maior causa das nossas divisões.
Quando o amor é superficial, basta algo tão trivial quanto uma discordância para nos dividir.
O que outros leitores escreveram
Trechos de resenhas de outros autores, publicadas em blogs e revistas. Não são textos da Biblioteca da Igreja.
“Como sempre, Chan faz um ótimo trabalho ao nos levar a pensar na santidade de Deus e na importância de servi-Lo com reverência e de amarmos uns aos outros.”
“No fim, achei o livro instigante e bem fundamentado. Só gostaria que ele tivesse levado a busca pela unidade até a sua conclusão lógica.”
Trechos curtos, cada um com o nome de quem escreveu e o link para o texto inteiro. Se o texto é seu e prefere que ele saia daqui, escreva para curadoria@bibliotecadaigreja.com.